Bem, como foi dito abaixo no resumo da entrevista da outra professora Marlene (a D. Marlene Barbosa), a diretora municipal de cultura de Igarapava, D. Marlene de Lurdes Silva foi convidada e nos deu o prazer de sua visita, no programa C.Q.D. de 11 de maio.
Ela é professora aposentada, tendo lecionado nas escolas Chico Ribeiro e Bizzute, em Igarapava, e em Jeriquara e Praia Grande. Foi assistente de diretor no Chico Ribeiro, assistente técnica de direção na Escola Agrícola e diretora da Escola Técnica de Química IET.
Está à frente do departamento de cultura há quase três anos.
Este ano, sob sua direção, foram realizados os seguintes projetos: Projeto da Dança do Ventre, Projeto de Viola, Violão e Cavaco, a Fanfarra (em parceria com a AMIGA) dentre outros do próprio departamento de cultura. Em parceria com a biblioteca, que também faz parte da casa da cultura, houve o Varal da Poesia , feito com escolas públicas e particulares, com poesias dos alunos, onde as poesias ficam por 3 meses para visitação e, infelizmente, segundo a professora Marlene apenas uma sala compareceu para visitação esse ano. Houve também, no mês de março, o Encontro de Folias de Reis. Aconteceu também um teatro – As mãos de Eurídice, onde a cultura cedeu o teatro para um ator de São Paulo. E por último o Miss e Mister Igarapava, em abril, com muita aceitação e participação da população. Estes projetos já foram realizados e muitos outros ainda virão, nesse ano.
A professora fez questão de salientar que todas as dependências do departamento de cultura são passíveis de empréstimo, visto que é uma ideologia da administração municipal que a comunidade participe, freqüente, interaja, pois são dependências que pertencem à comunidade. Claro que este pedido de empréstimo deve ser feito com a maior antecedência possível, para que não haja o risco de que a data pleiteada já esteja reservada. Os telefones para reserva são 3172-4222 ou 3172-4380.
Há projetos que estão sendo viabilizados para que, além de oferecer os espaços da casa da cultura, sejam levados eventos culturais aos bairros e praças.
Um outro convite feito pela professora foi para que as pessoas interessadas em fazer parte de um grupo de teatro procurem o grupo que ensaia na casa da cultura, nos finais de semana. Mais informações é só ligar nos números citados anteriormente.
Uma coisa importante salientada pela D. Marlene é que há a necessidade de se criar em Igarapava o hábito de se freqüentar mais os eventos culturais. É nesse sentido que o programa C.Q.D. quer se tornar parceiro, juntamente com a comunidade, para desenvolver um processo que desperte o interesse na população em eventos como o teatro, as exposições de poesia, de artesanato e outros. E sabemos que poderemos contar com toda a ajuda do departamento municipal de cultura.
De suma importância também foi a conclusão à qual chegamos, no que diz respeito a uma certa mentalidade interiorana que não auxilia em nada o desenvolvimento da região e a cultura também sofre com isso. É comum que a gente ainda carregue o mau hábito de achar que os governos, sejam eles de que instância forem, são os únicos responsáveis pelo desenvolvimento e preservação dos valores regionais. Isso é um ledo engano. Claro que cada esfera, municipal, estadual ou federal, tem sua parcela de responsabilidade. Porém, todos nós, individualmente ou como instituições privadas, também temos nossa parte nesse compromisso. É necessário que busquemos, juntos, o melhor caminho para nosso bem estar como coletividade. Há ainda aqueles que muito misturam a idéia de adversário político com a de inimigo pessoal. Independente das vertentes políticas de cada cidadão somos todos membros da mesma sociedade. Vamos passar por cima de certas diferenças quando o objetivo for o bem da coletividade. E é isso que o programa C.Q.D., a Rádio Cidade FM, o departamento municipal de cultura se comprometem a fomentar: uma educação e uma cultura cada vez mais de qualidade e uma postura realizadora isenta de interesses menores. Tudo em prol de Igarapava região.
Nosso muito obrigado à professora Marlene e aquele abraço aos ouvintes do C.Q.D. NO RÁDIO e aos leitores dessa seção e da internet.




Esses historiadores afirmam que há muitos erros e omissões no livro, supostamente narrado por Marco Polo, que indicam que ele pode nunca ter estado na China. As histórias seriam relatos de viajantes persas ou mesmo copiadas de outros livros. A historiadora Frances Wood, autora de Marco Polo foi à China?, estranha que ele não tenha mencionado a caligrafia, o chá, a tipografia e, pasmem: a Grande Muralha.
Quem vestiu o bom velhino de vermelho pela primeira vez foi o ilustrador americano Thomas Nast, na resvista Harper's Weekly, em 1862.
Já a sua imagem como gordo e com cabelos e barba brancos, vestindo vermelho, foi lançada pela