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RESULTADOS DA NOSSA PESQUISA DESSA SEMANA

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terça-feira, 17 de maio de 2011

PROFESSORA MARLENE-DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE CULTURA CONCEDE ENTREVISTA AO C.Q.D.


Bem, como foi dito abaixo no resumo da entrevista da outra professora Marlene (a D. Marlene Barbosa), a diretora municipal de cultura de Igarapava, D. Marlene de Lurdes Silva foi convidada e nos deu o prazer de sua visita, no programa C.Q.D. de 11 de maio.
Ela é professora aposentada, tendo lecionado nas escolas Chico Ribeiro e Bizzute, em Igarapava, e em Jeriquara e Praia Grande. Foi assistente de diretor no Chico Ribeiro, assistente técnica de direção na Escola Agrícola e diretora da Escola Técnica de Química IET.
Está à frente do departamento de cultura há quase três anos.
Este ano, sob sua direção, foram realizados os seguintes projetos: Projeto da Dança do Ventre, Projeto de Viola, Violão e Cavaco, a Fanfarra (em parceria com a AMIGA) dentre outros do próprio departamento de cultura. Em parceria com a biblioteca, que também faz parte da casa da cultura, houve o Varal da Poesia , feito com escolas públicas e particulares, com poesias dos alunos, onde as poesias ficam por 3 meses para visitação e, infelizmente, segundo a professora Marlene apenas uma sala compareceu para visitação esse ano. Houve também, no mês de março, o Encontro de Folias de Reis. Aconteceu também um teatro – As mãos de Eurídice, onde a cultura cedeu o teatro para um ator de São Paulo. E por último o Miss e Mister Igarapava, em abril, com muita aceitação e participação da população. Estes projetos já foram realizados e muitos outros ainda virão, nesse ano.
A professora fez questão de salientar que todas as dependências do departamento de cultura são passíveis de empréstimo, visto que é uma ideologia da administração municipal que a comunidade participe, freqüente, interaja, pois são dependências que pertencem à comunidade. Claro que este pedido de empréstimo deve ser feito com a maior antecedência possível, para que não haja o risco de que a data pleiteada já esteja reservada. Os telefones para reserva são 3172-4222 ou 3172-4380.
Há projetos que estão sendo viabilizados para que, além de oferecer os espaços da casa da cultura, sejam levados eventos culturais aos bairros e praças.
Um outro convite feito pela professora foi para que as pessoas interessadas em fazer parte de um grupo de teatro procurem o grupo que ensaia na casa da cultura, nos finais de semana. Mais informações é só ligar nos números citados anteriormente.
Uma coisa importante salientada pela D. Marlene é que há a necessidade de se criar em Igarapava o hábito de se freqüentar mais os eventos culturais. É nesse sentido que o programa C.Q.D. quer se tornar parceiro, juntamente com a comunidade, para desenvolver um processo que desperte o interesse na população em eventos como o teatro, as exposições de poesia, de artesanato e outros. E sabemos que poderemos contar com toda a ajuda do departamento municipal de cultura.
De suma importância também foi a conclusão à qual chegamos, no que diz respeito a uma certa mentalidade interiorana que não auxilia em nada o desenvolvimento da região e a cultura também sofre com isso. É comum que a gente ainda carregue o mau hábito de achar que os governos, sejam eles de que instância forem, são os únicos responsáveis pelo desenvolvimento e preservação dos valores regionais. Isso é um ledo engano. Claro que cada esfera, municipal, estadual ou federal, tem sua parcela de responsabilidade. Porém, todos nós, individualmente ou como instituições privadas, também temos nossa parte nesse compromisso. É necessário que busquemos, juntos, o melhor caminho para nosso bem estar como coletividade. Há ainda aqueles que muito misturam a idéia de adversário político com a de inimigo pessoal. Independente das vertentes políticas de cada cidadão somos todos membros da mesma sociedade. Vamos passar por cima de certas diferenças quando o objetivo for o bem da coletividade. E é isso que o programa C.Q.D., a Rádio Cidade FM, o departamento municipal de cultura se comprometem a fomentar: uma educação e uma cultura cada vez mais de qualidade e uma postura realizadora isenta de interesses menores. Tudo em prol de Igarapava região.
Nosso muito obrigado à professora Marlene e aquele abraço aos ouvintes do C.Q.D. NO RÁDIO e aos leitores dessa seção e da internet.

C.Q.D. ENTREVISTA PROFESSORA MARLENE BARBOSA


Na quarta-feira, dia 27 de Abril, esteve presente no programa C.Q.D. a querida professora Marlene Barbosa Ferreira para falar conosco sobre sua trajetória na educação e outros temas contemporâneos.
D. Marlene é formada em magistério (no antigo CENE e atual Bizutte), em Letras na FFCL de Uberaba (atual Uniube) e em Pedagogia na FFCL de Ituverava. Também possui mestrado em Letras na USP. Atualmente, é diretora do Lar Escola Alvorada Nova.
Perguntada sobre as principais diferenças entre lecionar no início de sua carreira e atualmente, disse não haver tanta diferença assim. O que aconteceu é que o mundo em si sofreu várias mudanças e a educação e os educadores devem acompanhar essas mudanças, tais como buscar uma capacitação constante e etc.
Com relação às principais dificuldades encontradas no exercício da profissão de educadora, ela considera que há muita resistência da sociedade (pais, principalmente) em aceitar que a escola e os educadores têm projetos específicos a serem levados a cabo. Essa dificuldade em entender as particularidades da escola leva, muitas vezes, a uma tentativa de interferência da família em relação ao cotidiano educacional. A família pode sim participar da vida da escola, porém essa participação não deve invadir o âmbito das questões reservadas aos profissionais de educação, os quais possuem a formação adequada para lidar com tais assuntos. Devem participar apenas como família e dentro das questões concernentes à família.
Outro tema abordado no programa foi a questão do bullying. De acordo com a professora Marlene o bullying, apesar de não ser uma novidade, tem tomado proporções muito preocupantes. Segundo ela, é necessária um atenção redobrada da família e da escola, visando detectar o mais precocemente possível os casos desse tipo de abuso e tomar as providências necessárias para resolver a questão. Inclusive, o caso do Rio de Janeiro, onde o ex-estudante matou vários alunos foi também abordado e, na opinião da educadora, muito provavelmente, além de um sério problema mental, o autor da chacina também deve ter sofrido bullying, o que veio a contribuir para que ele tomasse a atitude de invadir a escola e executar os alunos. Professores, funcionários, diretores, pais e alunos devem somar forças para combater esse tipo de abuso.
Com relação ao tema progressão continuada, que diminuiu as reprovações automaticamente nas escolas, a professora acredita que aprovar deve ser, realmente, a vocação da escola. Porém, a lei que regulamentou esse sistema é uma lei simplista, que não contempla as reais necessidades e objetivos de um processo educacional eficiente. Segundo ela, o fato de uma determinada metodologia funcionar em determinado país, não implica em um êxito automático em outro. Uma colocação importante foi a de que, para ser secretário de educação do estado, é primordial ser professor. Isso evita que experimentos educacionais pseudo-inovadores sejam realizados sem que as devidas adaptações à realidade local sejam feitas. E tão importante quanto ser professor, que essa pessoa seja um profissional adequado, ou seja, que tenha experiência para cuidar do nível de educação ao qual seu cargo se destina.
Quando perguntada sobre a possibilidade de se ter uma faculdade presencial em Igarapava, ela respondeu que considera haver outras prioridades em termos de ensino superior, pelo fato de que escolher uma faculdade específica não atenderia à variedade de demanda e trazer várias faculdades é praticamente inviável. E mais, mesmo que se conseguisse trazer várias faculdades, a mão de obra para lecionar seria escassa e de difícil migração para a cidade e região. Dito isso e somado ao fato de que o ensino superior à distância tem atendido a demanda com eficiência, conclui que seria um investimento arriscado trazer faculdades presenciais para Igarapava.
Comentou também, a professora, que desde que conheceu o tele-curso ficou encantada e percebe ser a modalidade de ensino do futuro, como vêm demonstrando os inúmeros cursos superiores à distância que proliferam por todo o Brasil. Na nossa região, por exemplo, onde muitos trabalhadores do setor de açúcar e álcool trocam de turno, o ensino à distância veio propiciar que os mesmos completem o ensino superior, o que seria impossível no sistema presencial. Mais uma conclusão relevante de D. Marlene é que o ensino presencial, apesar de sua importância atual, vai acabar se tornando inviável e ultrapassado.
Na opinião da professora Marlene Barbosa, a juventude igarapavense tem uma certa dificuldade em encontrar ambiente adequado para estudar fora da escola. Ela considera que uma melhor biblioteca, com um acervo mais completo e que funcione num período de tempo maior, possa ajudar nessa questão. Foi nesse ponto da entrevista que ficou definido que convidaríamos a sua colega, D. Marlene de Lurdes Silva, diretora do departamento municipal de cultura, para vir ao C.Q.D. e discutirmos como o programa e os cidadãos de Igarapava podem, unidos, ser parceiros do departamento de cultura. Convite esse que foi prontamente aceito pela diretora e o resumo da entrevista nossos leitores poderão acompanhar nessa mesma edição.
Uma outra discussão interessante foi com relação aos autodenominados “sistemas de ensino” que estão entrando na educação dos municípios. Na opinião da professora, o fato de se adotar sistema apostilado “engessa” a metodologia ou seja, torna a educação pasteurizada, sistematizada com exagero, visto que cada cidade e cada escola possuem sua vocação. Inclusive, essa é uma preocupação no seu atual trabalho, como diretora no Lar Escola Alvorada Nova. Há, nessa escola, um plano educacional que prioriza a formação do ser humano, a multiplicação dos ideais educacionais nos lares dos alunos (motivo de ser aceito apenas um aluno por família), um crescimento vertical da escola (com apenas uma sala de cada série) e um ambiente de trabalho fraterno, que envolve direção, funcionários e alunos.
E assim, basicamente, se deu esse C.Q.D. com a grande professora Marlene Barbosa. Obrigado professora. Continue sendo essa pessoa moderna e antenada. Esperamos que logo possa estar conosco novamente na Rádio Cidade Fm.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

EXPLICAÇÕES SOBRE PROBLEMAS DE ATUALIZAÇÃO DIÁRIA NO BLOG...

ENTÃO GALERA....



Uma mistura de fatores deixou o blog com problema nas atualizações diárias, já há uma semana.



Dentre vírus (2 vezes) no meu servidor até questões de ordem profissional (uma concentração necessária no curso de matemática, que abrí para o concurso público de Igarapava) as coisas acabaram se acumulando. Minhas escusas e podem contar que, a partir de segunda-feira próxima, tudo se normalizará.


Aquele abraço e obrigado pela compreensão e fidelidade ao blog.



Prof. Kiko

terça-feira, 3 de maio de 2011

HISTÓRIA MAL CONTADA DA SEMANA...

VOCÊ APRENDEU QUE O CALENDÁRIO DOS MAIAS PREVÊ O FIM DO MUNDO EM 2012

e que os Maias foi uma civilização que habitou o sul do México entre 2.000 a.C. e o século 17, que dominava astronomia e criou um calendário de 365 dias. Está tudo gravado em uma pedra circular que marca os dias até dia 21 de dezembro de 2012. Depois disso o mundo acabaria.

Mas isso não é verdade. Os Maias ainda existem e há descendentes mantendo a cultura e a língua maia vivas na América Central e no interior do México.


O calendário circular é de origem Asteca. Esse calendário foi construído com base no calendário Maia, que era retangular, mais complexo e não acaba em 2012. Tanto para Maias e Astecas, o fim de um ciclo astronômico inicia outro.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

O KUMON COMO FERRAMENTA DE APOIO À EDUCAÇÃO FORMAL



Nessa última quarta-feira tivemos o prazer de receber nos estúdios da CIDADE FM - 105,9 Mhz uma pessoa querida, que além de ter sido minha aluna em Ituverava, na escola NC-OBJETIVO, atualmente é a coordenadora do KUMON em Igarapava. Se trata de Aline Sampaio de Souza que veio nos falar mais desse método de apoio ao ensino tradicional que já há décadas se instalou com sucesso em terras brasileiras.
Eis o resumo de sua entrevista, acompanhada também pelo nosso parceiro de multimídia Miler, do site igacity.com.br :

LEANDRO SILVA: EM POUCA PALAVRAS, O QUE É O KUMON?
ALINE: O Kumon é um método de estudo individualizado que busca formar alunos autodidatas, ou seja, capazes de aprender por si só.

LEANDRO SILVA: QUAL O PÚBLICO DO KUMON?
ALINE: Qualquer pessoa que tenha dificuldade nas disciplinas que oferecemos (matemática, português, inglês e japonês) ou que queira se aperfeiçoar em qualquer delas.


LEANDRO SILVA: QUE IDADE DEVE TER O ALUNO PARA INICIAR NO KUMON?
ALINE: Não é bem uma questão de idade, mas sim uma questão comportamental. A criança já deve ter a capacidade de assumir uma rotina diária sem ter que ser obrigada a isso, pois o kumon tem atividades diárias e o aluno é o maior responsável pela sua auto-cobrança.


LEANDRO SILVA: QUANDO O ALUNO PODE SE MATRICULAR?
ALINE: Como o método respeita a individualidade e ritmo de cada aluno, a matrícula pode ser feita em qualquer etapa do ano letivo.

LEANDRO SILVA: O QUE DIFERE O KUMON DAS AULAS PARTICULARES TRADICIONAIS?
ALINE: As aulas particulares, em geral, têm um caráter imediatista, ou seja, atacam o problema do aluno nos seus sintomas ou conseqüências, que vão desde notas baixas até a incapacidade de acompanhar determinado assunto de uma disciplina. Já no método Kumon, o que se faz é buscar as causas do problema, que, não raras vezes, estão em pré-requisitos básicos daquele assunto no qual se detectou certo grau de dificuldade por parte do aluno. Detectadas as causas, passa-se a um estudo onde, além de sanar essas questões específicas, será atingido um nível de desenvolvimento do aluno como estudante, que o auxilie a evitar outras situações como a que o fez procurar o Kumon. Outra diferença interessante, é que na aula particular, assim que o problema é administrado, o aluno deixa de freqüentar o trabalho, enquanto que no Kumon é comum o estudante se fidelizar ao método, devido a descoberta das vantagens que ele pode obter.

LEANDRO SILVA: E COMO FUNCIONA O MÉTODO?
ALINE: O principal objetivo do Kumon é desenvolver a autonomia (independência) e o autodidatismo em seus alunos. Para realizar esse objetivo, contamos com um material didático auto-instrutivo e um sistema de ensino muito especial, o ensino individualizado.
Ao chegar pela primeira vez à unidade, o aluno resolve um Teste Diagnóstico para determinar como estão seus conhecimentos e em que ponto do material didático deve começar.
Os alunos freqüentam a unidade duas vezes por semana e, para que possam avançar mais no material, recebem tarefas para fazer em casa nos outros dias. Essas tarefas são uma continuidade dos assuntos vistos na unidade e são resolvidas em 10 ou 15 minutos e têm conteúdos semelhantes aos que o aluno estuda na unidade. Assim, com um mínimo de esforço consegue-se o máximo de resultado.
Ao marcar o tempo, o aluno se concentra na resolução, assimilando muito bem o conteúdo, tornando o estudo eficaz. Estudando dessa forma, desenvolve concentração, rapidez e precisão. Para garantir a assimilação total, existem revisões do estudo.
No momento de avaliar os exercícios, o orientador assinala a questão com erro e deixa que o aluno encontre o ponto incorreto, corrigindo-o por si só. A autocorreção no Kumon é uma oportunidade para o aluno aprender com os próprios erros e superar-se.
Para que os resultados sejam os mais eficazes, o aluno estuda com metas para alcançar a curto (diária), médio (mensal) e longo prazos (anual).
No Kumon, ao final de cada aula, o orientador realiza o feedback, ou seja, comunica ao aluno a avaliação da lição do dia e a previsão das lições até a próxima aula, explicando, por exemplo, a meta de tempo e acertos para que o aluno possa avançar para o próximo bloco, deixando claro para ele os critérios de avanço.
No Kumon, o aluno tem a oportunidade de se tornar “adiantado”, ou seja, estudar conteúdos que correspondem a níveis escolares superiores àquele em que se encontra. Ao invés de esperar passivamente que o novo assunto lhe seja ensinado, o aluno aprende a ter a iniciativa de conhecê-lo sozinho. Sabendo como aprender, não existirão limites para que o aluno se desenvolva sempre que quiser, em qualquer área.

LEANDRO SILVA: QUAL O ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DOS PAIS E ALUNOS COM OS RESULTADOS DO KUMON, EM IGARAPAVA?
ALINE: Não posso te precisar em percentual exato, mas a satisfação é muito grande. Temos alunos que despontam em encontros intermunicipais, a fidelização é cada vez maior e, a cada ano vemos mais interesse em novas adesões ao método em Igarapava.

Pessoal, assim se deu, de forma resumida é claro, essa entrevista que fizemos para mostrar que os instrumentos de apoio ao ensino tradicional devem, dentro da medida do possível de cada família, ser utilizados. O Kumon é uma das interessantes ferramentas de suporte à educação formal. Há outras como cursos de idiomas, clubes de ciência, projetos de educação do governo e de particulares, sites educacionais e etc. Cabe aos alunos e aos seus pais ficarem atentos e procurarem orientação de como e onde encontrar esses métodos e quais os métodos mais adequados à situação de cada aluno. Essa seção de educação está a disposição para essa orientação, através do e-mail: kikofisica@gmail.com .
Aquele abraço.

HISTÓRIA MAL CONTADA DA SEMANA

VOCÊ APRENDEU QUE MARCO POLO DESBRAVOU A CHINA

Marco Polo teria sido um dos primeiros ocidentais a visitar a Ásia. Teria voltado 24 anos depois e contado que na China havia dinheiro de papel, pedras negras que pegavam fogo (carvão), pratos de barro fino e branco (porcelana) e etc.


Mas parece que isso pode não ser verdade. O escritor do livro em que Marco Polo descreve a China, DESCRIÇÃO DO MUNDO, foi um cara chamado Rustichello, que passou um ano preso com Marco Polo em Gênova. Há historiadores que cogitam a possibilidade desse escritor ter mentido e, inclusive, ter inventado o personagem Marco Polo.

Esses historiadores afirmam que há muitos erros e omissões no livro, supostamente narrado por Marco Polo, que indicam que ele pode nunca ter estado na China. As histórias seriam relatos de viajantes persas ou mesmo copiadas de outros livros. A historiadora Frances Wood, autora de Marco Polo foi à China?, estranha que ele não tenha mencionado a caligrafia, o chá, a tipografia e, pasmem: a Grande Muralha.
Meio suspeito...não?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

HISTÓRIA MAL CONTADA...DA SEMANA

VOCÊ APRENDEU QUE PAPAI NOEL É GORDO E VESTE VERMELHO. Mas na verdade sua lenda se origina de um personagem magro e que vestia verde! A lenda de Papai Noel foi inspirada em São Nicolau, um bispo que viveu na Turquia no século 4 e distribuía dinheiro para os pobres. Retratos antigos de São Nicolau mostram o bispo magro e com roupa verde. O Papai Noel também aparecia assim nas primeiras imagens criadas para ele. Quem vestiu o bom velhino de vermelho pela primeira vez foi o ilustrador americano Thomas Nast, na resvista Harper's Weekly, em 1862. Já a sua imagem como gordo e com cabelos e barba brancos, vestindo vermelho, foi lançada pela Coca-Cola em campanhas publicitárias a partir de 1931.